Friday, 13 March 2009

Para ti...

Pediram-me para descrever o Francisco… Mas sinceramente não sei por onde começar! Pelo início talvez seria boa ideia. Quando o conheci, a primeira impressão que tive do “moço” não foi das melhores. Ouvia o que falavam sobre o “Marius” mas não tinha nenhuma opinião formada sobre ele. Digamos que conheci-o no momento certo da minha vida. No momento em que mais precisei só ele lá esteve. Nessa altura conheci o Chiquinho que pela sua maneira de ser e de ver a vida entrou na minha vida e firmou território. Conheci um amigo para toda a vida. Conheci alguém que sabe ouvir, que sabe aconselhar, que sabe lá estar, que sabe falar e mais importante, sabe do que fala. Tantas conversas tivemos, sobre os mais variados temas. Tantas horas passamos a rir juntos, a fazer planos para o amanhã e para o ontem até. O Francisco ajudou-me a reafirmar-me perante a vida. Deu-me a mão e NUNCA virou-me as costas. O companheirismo, a sinceridade, os “atrufios”, a alegria, os sorrisos, os sonhos, os momentos que passamos juntos jamais serão esquecidos. Aquele miúdo baixinho com cara e estilo de mau nem é assim tão mau. Visto de fora, marca presença. A roupa preta, as botas à mostra, as correntes e coleiras marcam presença. Por dentro, é só mais um ser humano com qualidade e defeitos, tal como outro qualquer. Tal como qualquer um de nós. Mas nessa semelhança, o Francisco distingue-se com uma grande diferença que faz dele único: a capacidade que tem de ouvir e ajudar, servir de apoio sem nunca, nunca pedir nada em troca. Nos dias que correm, essa qualidade é de se valorizar. E o nosso Chiquinho tem muito dessa! Deixo um grande abraço ao meu amigo e “pai” Francisco e um enorme beijinho, com apenas uma certeza, das poucas que podemos ter nesta vida: és o tal que eu nunca irei esquecer. E aconteça o que acontecer, ficarás sempre comigo! Obrigado por fazeres parte da minha vida amigo!

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